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| Ex-governadores Álvaro Dias (PR), Newton Rodrigues (MG) e Wellington Moreira Franco (RJ). |
A colagem foi feita à tesoura, durante a era presidente Fernando Collor de Mello (1990-92), caçador de marajás, que sofreu impeachment e está de volta. Nem eu, nem a faculdade em que trabalhava, tinhamos computador, e muito menos photoshop, lá por 1990.
As figurinhas têm extensas carreiras políticas, e o Moreira Franco inclusive virou ministro agora de Dilma Roussef. Quando eleito governador do RJ, disse que acabaria com a violência em seis meses. Desisitiu de pedir votos e ocupa cargos na máquina.
Abre baú, fecha baú, eles estão sempre ai. O Newtão (ou Trator) não conseguiu se eleger como senador, e está cuidando dos próprios negócios. O que dá na mesma, pois tudo é negócio para estes políticos profissionais. Segundo a Wiki, em 2009, o jornal O Globo, denunciou que o patrimônio dele está avaliado entre 2,5 e 3 bilhões de reais, incluindo mais de 100 fazendas, aviões, imóveis, contas em paraísos fiscais e um hotel em Paris, o Residence des Halles. O valor é duzentas vezes maior que o declarado à Justiça Eleitoral durante sua campanha ao Senado três anos antes.
Os ex-governadores estão em pauta pelo despudorado feito de garantirem gorda aposentadoria. Parabéns à OAB por cobrar o fim desta indecência. Mesmo aqueles que estiveram governador por período ínfimo, abocanham este "prêmio". Leonel Pavan, de Santa Catarina, ficou por menos de um ano no cargo, e a imprensa diz que vai solicitar. Deveria preservar a reputação e abrir mão. O salário mais modesto é do Piauí - 12 mil reales, enquanto Àlvaro Dias, do Paraná, ganha a polpuda aposentadoria de 24 mil reales. Como radialista, mesmo com sua bela voz e cabelos reciclados, jamais chegaria perto disso. Segundo a Wikipedia, a profissão dele é "político", que mostra-se muito lucrativa já que seu patrimônio declarado passa de milhão.
Inquirido, Alvaro Dias, com aquela fleuma peculiar, diz que a aposentadoria é um direito seu, mas vai dar o dinheiro para caridade. AH, tá... O mesmo senador Álvaro Dias, que só abre a boca para promover pendengas e picuinhas, cobrando moralidade alheia, foi pego também usufruindo de passagens aéreas de parlamentar de modo indevido. Não estava claro para ele que o uso deveria ser estritamente no exercício de seu mandado. O irmão Osmar Dias idem. Não lhes ensinaram, meninos, o que é integridade?
Curiosidade sobre a "fidelidade" partidária do gogozão do Álvaro Dias: MDB (1968-1979), PMDB(1979-1989), PST (1989-1998), PSDB (1998-2001) PDT (2001-2003) PSDB (2003-presente)

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