O meu primeiro celular foi um motorola flip com anteninha, que veio numa caixa grande, tipo caixa de camisa. Com o tempo virou o "tijorola", alvo de piada dos que trocavam mais frequentemente de aparelho, e por aparelhos cada vez menores. Quando saia de casa, além da livrarada e a bolsa pesada, ainda tinha que levar uma sacolinha para o carregador de bateria e os transformadores. O aparelho, depois de muitos serviços prestados e algumas baterias gastas, acabou como peça de museu nas gavetas, embora eu tenha seguido pagando contas por mais uns meses.
Andanças de uma cidadã jornalista e professora, pelas ruas, bairros, em Santa Catarina, litoral Sul Maravilha, Brasil. Ou pelos cantos de casa mesmo, em conversa com meus botões.
sábado, 4 de dezembro de 2010
O tijorola
O celular foi uma revolução na vida das pessoas. Ainda mais para quem morava onde não havia telefone fixo disponível. De objeto de luxo, tornou-se praticamente descartável. Engoliu o rádio, a TV, a internet, o pendrive e a máquina fotográfica. Agora parece absurdo, mas pagava-se até para receber ligações. Aquele dinheiro todo de conta telefônica hoje seria uma beleza na poupança. Mas não adianta chorar sobre os reais derramados.
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